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Treinos intensos com curtos intervalos de descanso/recuperação são comprovadamente mais eficazes quando a intenção é ganhar músculos e perder gordura.

Esses métodos são chamados de funcionais e todos tem em comum a alta intensidade no número de séries e os pequenos intervalos entre elas.

Um dos métodos mais conhecidos foi desenvolvido na década do 1990 para atletas olímpicos no Japão pelo Dr. Izumi Tabata e por essa razão recebeu o nome de Protocolo ou Treinamento Tabata.

O treinamento consiste em sequências de 4 minutos de exercícios com intervalos curtos. Durante os 4 minutos, são realizados 20 segundos de uma série por 8 vezes e intervalo de 10 segundos entre cada série.

Este treinamento pode ser feito com pesos livres, com exercícios multi articulares utilizando apenas o peso do corpo, ou combinando dois exercícios. Independente disso, o resultado é sempre de um expressivo gasto calórico durante e após a sessão de treinamento.

O treino não é o mesmo para todos. Iniciantes devem trabalhar com cargas menores. É possível também treinar por 3 minutos e não 4, além de ampliar o tempo de descanso de 20’s/10’s para 20’s/20’s. À medida que o atleta se condiciona, a carga pode ser aumentada e o intervalo reduzido.

 

Fontes:

http://runnersworld.abril.com.br/noticias/exercicios-funcionais-341935_p.shtml

http://treinofuncional.blogspot.com.br/2010/10/protocolo-tabata.html



Ninguém precisa ser um expert, mas ser capaz de ler e entender os ingredientes contidos na fórmula dos nossos shampoos nos ajuda bastante a identificar os benefícios e malefícios de cada um dos ingredientes e a escolher a marca ou a proposta que melhor atende a nossa necessidade.

Vamos aprender um pouquinho?

Os primeiros ingredientes do rótulo são a base de todo shampoo. Aparecem em todos eles e estão em maior quantidade. São eles água e sulfato ou algum tipo de álcool, com pequenas variações.

No meio da lista há um grupo bastante comum de substâncias:

Os Sulfactantes – retiram o excesso de óleo
As Proteínas – adicionam volume, especialmente nas raízes
A Glicerina – extrai a umidade para o cabelo
O Sulfato – nos shampoos são responsáveis por ensaboar, nos condicionadores expandir
O Pantenol – restaura a vitalidade aos cabelos fracos e suaviza os fios
O Silicone- adiciona brilho, revestindo o cabelo
Os Polímeros – – adicionam volume e espessura
A Dimeticona – reveste o eixo do cabelo, deixando-a suave , macio e controlável

No finalzinho, na parte inferior do rótulo, ficam aqueles ingredientes específicos do shampoo, as “estrelas”, responsáveis pelos efeitos propostos pelo produto (manter a cor, deixar liso, encaracolado, evitar queda, etc), e em menos quantidade adicionada.
E então? Agora dá pra decifrar melhor o que tem no seu shampoo?

fonte: www.theupperhand.com


Podem observar nos rótulos dos produtos. Se houver qualquer tipo de acetato carbonato, cloreto, cianeto, sulfeto, nitrato, nitrito, fosfato, sulfato, citrato, então há sal.

Certamente vocês lerão algo do tipo cloreto de sódio (sodium chloride), o cloreto de amônia (ammonium chloride) e o cloreto de potássio (potassium chloride) ou então, lauril, lauryl ou laureth das seguintes formas: lauril sulfato de sódio (LSS), sodium laureth sulfate (SLES), sodium lauryl sulfate (SLS), sodium dodecyl polyoxyethylene sulfate, sodium lauryl ether sulfate, sodium lauryl ethoxysulfate e sodium polyoxyethylene lauryl sulfate – todos variações do LSS.

O sal tem propriedade detergente e ação emulsificante. Sabe a quantidade de espuma que um shampoo faz? Pois é, isso se deve ao sal nele existente.

A quantidade de sal é que pode variar de um produto pra outro, por isso não se engane, todo shampoo tem sal.

Mas se todo shampoo tem sal, porque então há toda essa moda de shampoo sem sal crescendo cada vez mais?

Primeiro porque existe uma grande discussão na área da ciência e cosmetologia de que especificamente o lauril sulfato de sódio (LSS) e suas variações podem fazer mal à saúde. De um lado, há os que digam que o LSS impede que os fios nasçam e cresçam fortes, que agride o couro cabeludo, que retira o brilho e vitalidade, etc. Do outro lado, há os que garantem que a quantidade de sal utilizada nos shampoos é mínima, que é totalmente removida dos fios no enxague e que não apresenta risco à saúde.

Segundo, porque aproveitando-se da polêmica provocada com essa discussão, muitas marcas passaram a lançar versões de shampoos sem sal, com a promessa de que fazem menos mal aos cabelos e blá, blá, blá. Só que a verdade é que ainda que a quantidade de sal esteja mesmo reduzida, é totalmente enganoso dizer que o shampoo é sem sal, correto?

Shampoo sem sal, queridas clientes, só se não possuir qualquer tipo de sal na composição, o que é praticamente impossível. Mas os demais, esses todos terão algum tipo de sal. E se a fórmula disser sulfato free, confira no rótulo se há ou não algum rastro de lauril sulfato de sódio (LSS) e suas variações. Muitas marcas de produtos orgânicos não trabalham com o LSS e fazem questão de deixar isso claro.

E se você ainda ficar com dúvida sobre a existência ou não de sal, basta fazer o teste de viscosidade e emulsificação: quanto mais viscoso for o líquido e quanto mais espuma fizer, mais sal haverá em sua composição! Simples assim.

Fontes
http://www.babble.com
http://www.produtosdebeleza.com/seu-shampoo-tem-ou-nao-tem-sulfato.html
http://www.huffingtonpost.com/2012/05/23/sulfate-free-shampoo_n_1534277.html#slide=1007552
http://www.loucaporcosmeticos.com.br/2011/03/desmitificando-o-shampoo-sem-sal_3079.html


Qualquer mulher pode ficar loira. Fato. Mas chegar ao loiro perfeito e ainda manter a saúde dos fios…aí são outros quinhentos.

Nunca é tarde para revelar: para se tornar loira você precisará ser fiel e ter grana.

Como assim?

Mantenha-se fiel ao seu colorista

Pular de salão em salão toda vez que a cor ou o tom não saem do jeito que você espera é um grande erro. Muitas clientes chegam ao Valentina querendo corrigir luzes ou tinturas porque não gostaram do trabalho dos seus coloristas. Seria muito mais fácil e rentável para mim transformar essas mulheres em novas clientes, mas minha primeira reação é sempre convencê-las a retornar ao salão de origem, conversar com o profissional responsável pela coloração e dar-lhes a chance de entendê-las e refazer o processo.

Faço isso porque acredito que a relação entre o colorista e a cliente deve ser construída, trabalhada, quase como num casamento. É preciso respeito mútuo, muito diálogo, fidelidade e mesmo perdão: pode ser que algumas vezes o tom não saia como você deseja, mas entenda que isso também é parte do processo para se chegar ao loiro ideal. Se você gosta e confia no seu colorista, uma falha dele não pode ser motivo de separação. Se ele é um bom profissional vai entender suas queixas e se empenhar para deixá-la satisfeita e loira como sempre quis.

Exemplo de um casamento longo, duradouro e feliz? Adriane Galisteu e Juha Antero, colorista do MG Hair.


 

Invista em produtos e serviços de qualidade

Outro ponto importantíssimo é que uma vez descolorido, o cabelo sempre irá precisar de cuidados e ponto final. Não tem jeito. Muitas mulheres reclamam que o cabelo perdeu a vida, que ficou poroso, quebradiço, ressecado, que os fios passaram a cair etc, mas se esquecem de que o processo de descoloração retira a camada protetora dos fios, deixando-os sensíveis e fragilizados, de modo que o cabelo exige tratamento regular e contínuo. Ignorar esse passo, quase sempre, leva à frustração e ao arrependimento por terem se submetido à descoloração. Infelizmente ainda não inventaram descoloração e tingimento das madeixas que dispense cuidados específicos posteriores. Por isso a hidratação semanal (em casa mesmo) e a plástica dos fios + cauterização quinzenal com um profissional são essenciais para reduzir o estresse e minimizar os efeitos do processo nos cabelos.

Não é frescura, é cuidado. E sim, isso significa gastos. Ter cabelos loiros bonitos e saudáveis exige tempo e dinheiro, e se você não está disposta a fazer esses investimentos, talvez seja melhor repensar a ideia. Mas se está decidida, faça consciente e curta a experiência!


 

Quando li numa entrevista de semanas atrás no blog da Julia Petit que a Sabrina Sato lava o cabelo todos os dias e, às vezes 2 vezes por dia, minha vontade foi de ligar pro hair stylist dela pra dar uma bronca : “Como é que você deixa sua cliente fazer isso? Quer ver o cabelo dela cair, é?”

Deixando as brincadeiras de lado, o fato é que essa prática de lavar os cabelos diariamente e ainda mais numa frequência como diz a Sabrina é mais comum do que parece, só que não traz nada de bom para o couro cabeludo. Moramos num país tropical de temperaturas e índices de umidade muito altos, ou seja, suamos bicas boa parte do ano. E pra quem tem a raiz oleosa o drama é elevado à décima potencia. A vontade é mesmo lavar as madeixas todos os dias, até porque a sensação de quando ficamos um único dia sem lavar é a de um cabelo sujo e descuidado.

No entanto, a rotina de limpeza excessiva é o seu próprio vilão. Isso porque o constante atrito estimula a produção de óleo das glândulas sebáceas do nosso couro cabeludo, criando o famigerado efeito rebote: quanto mais se tira a oleosidade, mais o corpo produz para compensar. E, assim sem perceber, ficamos eternas prisioneiras dessa rotina.

Outra questão é que a raiz leva, no mínimo, 24horas para secar 100% naturalmente e se a lavagem é feita num intervalo menor, isso significa que o cabelo nunca estará completamente seco. E sabe o que prolifera em lugares úmidos? Fungos e bactérias.

Secar diariamente com secador também não resolve o problema. Primeiro porque a secagem não profissional – aquela que fazemos em nós mesmos – dificilmente é uniforme e cem por cento eficiente e, segundo, porque o jato de ar quente também estimula a produção de óleo.

Assim, o que bons profissionais da beleza recomendam é: 1º – procure um endocrinologista e ou dermatologista para descobrir se as causas do excesso de oleosidade são fisiológicas e como tratá-las; 2º – cuide da alimentação e evite alimentos que influenciem na produção de oleosidade do corpo; 3º – administre o seu nível de stress; 4 º – busque um tratamento específico para o couro cabeludo com produtos de qualidade. A argiloterapia, por exemplo, esfolia, adstringe e desintoxica o couro cabeludo, controlando a produção sebácea e prolongando a sensação de fios limpos.

No Valentina, o tratamento do couro cabeludo é feito com produtos da Bulbo Raiz, marca mineira de confiança e com resultados comprovados. Tire suas dúvidas e conheça mais esse tratamento. Marque uma visita ao Salão Valentina, faça a análise dos fios e descubra o melhor aliado no combate ao excesso de oleosidade.

Desliga esse chuveiro!